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Agosto/2006 – Ano XX – nº 214   [Voltar]
 
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Relações Internacionais
Programa leva alunos ao Exterior

Beneficiados podem cursar disciplinas ou realizar estágios em instituições de outros países

No âmbito da política de internacionalização da Universidade, a Assessoria de Relações Externas (Arex) promove um programa de intercâmbio e de mobilidade para alunos de graduação. Por meio dessa iniciativa, o estudante pode cursar disciplinas em universidades estrangeiras ou fazer estágios no Exterior.

 “Essa é uma boa maneira de valorizar o currículo e ter uma formação que atende ao perfil globalizado do profissional moderno”, assinala a assessora-chefe da Arex, Elisabeth Criscuolo Urbinati. A Universidade mantém convênios com mais de duas dezenas de países nessa área. Os intercâmbios prevêem a troca de estudantes entre as instituições – o que não é obrigatório no caso das mobilidades.

“Alguns programas de intercâmbio estão sendo induzidos, com editais para convocatória, como o programa Escala da AUGM (Associação das Universidades do Grupo Montevideo) e o de Santiago de Compostela (Espanha), mas o próprio interessado pode localizar as escolas conveniadas no site da Arex e apresentar sua candidatura”, diz Elisabeth, assinalando que 80 estudantes estão em processo de intercâmbio.

Um exemplo de mobilidade é o programa SWY (Ship for World Youth), promovido pelo governo do Japão. Em 2005, Luciana Barbosa Ivo, então aluna de Educação Física e atualmente mestranda do Instituto de Biociências, campus de Rio Claro, e Fabrício Borges Carrijo, do curso de Relações Internacionais, da Faculdade de Direito, História e Serviço Social, campus de Franca, foram selecionados para representar a UNESP e o Brasil na 18a edição do SWY 18.

O programa reuniu delegações de 13 países em um navio, que partiu do Japão e ancorou em Cingapura, Índia, Quênia e Ilhas Maurício. Lá, os jovens discutiam temas como educação e desigualdade social. “Para todas as pessoas a bordo, a experiência foi importante para estimular a cooperação e desconstruir estereótipos”, conta Luciana. “O programa SWY proporciona o encontro da identidade na diversidade”, diz Carrijo.

Genira Chagas

 
  ACI