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Ensino
CO discute proposta de inclusão de alunos
da escola pública
Programa prevê que cursos tenham 50% de estudantes
que fizeram todo ensino médio na rede pública
O vice-reitor Herman
Jacobus Cornelis Voorwald apresentou ao Conselho Universitário
(CO), no dia 25 de outubro, na Reitoria, em São
Paulo (SP), o Programa de inclusão social
dos egressos da escola pública no Vestibular
da UNESP. A proposta visa aumentar o número
de estudantes oriundos do ensino médio público
na universidade, por meio da criação de
vagas nos cursos. O texto sugere que todos os cursos
tenham 50% de alunos que estudaram todo o ensino médio
na rede pública.
O programa foi elaborado pela Pró-reitoria de
Graduação (Prograd) em parceria com a
Fundação para o Vestibular da UNESP (Vunesp),
com base em estudos feitos a partir do questionário
socioeconômico aplicado aos vestibulandos. Aprovado
pela Comissão de Ensino Pesquisa e Extensão
(Cepe), o documento entrará na pauta da próxima
reunião ordinária do Conselho, no dia
13 de dezembro.
Na reunião de outubro, o CO aprovou o Código
de Ética da UNESP, sem prejuízo dos destaques
propostos. Isso significa que alguns artigos do Código
serão alterados para serem novamente votados
pelo CO. O texto foi elaborado após consulta
às congregações das Unidades, que
encaminharam suas contribuições. O
Código de Ética se apresenta como um conjunto
de diretrizes que devem balizar as relações
na Universidade, destaca Willian Saad Hossne,
da Faculdade de Medicina, câmpus de Botucatu,
presidente da comissão que redigiu a minuta votada.
Os membros do CO também aprovaram, por unanimidade,
a proposta de mudanças no plano Mais UNESP Saúde,
feita por uma comissão do Conselho de Administração
e Desenvolvimento (Cade). Segundo o pró-reitor
de Administração Júlio Cezar Durigan,
as modificações asseguraram os serviços
prestados aos funcionários e mantêm os
subsídios já oferecidos.
A pró-reitora de Extensão Maria Amélia
Máximo de Araújo apresentou os estudantes
de Música do Instituto de Artes (IA), câmpus
de São Paulo, que compõem a Orquestra
Acadêmica da UNESP, novo projeto da Proex. Regidos
pelo professor e diretor artístico da orquestra
Carlos Antonio Kaminski, eles executaram músicas
contemporâneas.
Daniel Patire
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