UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
"JÚLIO DE MESQUITA FILHO"
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Jornal UNESP :::
Janeiro-Fevereiro/2007 – Ano XX – nº 219    [Voltar]
 
:: GERAL ::


ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO
O Núcleo de Estudo e Atendimento a Pacientes Especiais (Neap), da Faculdade de Odontologia da UNESP, campus de São José dos Campos, presta serviços à população com deficiências física e mental, além de síndromes diversas. O atendimento é efetuado por alunos da graduação e profissionais formados, sob orientação e supervisão do docente João Carlos da Rocha. Os pacientes são educados preventivamente sobre como promover a própria higiene bucal. “Também são ministrados todos os procedimentos necessários para a melhoria da saúde bucal desses pacientes, respeitando-os em suas limitações físicas e socioeconômicas”, diz Rocha. (Renata Cavalcante Ruiz, bolsista UNESP/Universia/FO/São José dos Campos)

TERCEIRA IDADE
O projeto “UNESP Aberta à Terceira Idade”, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da UNESP, campus de Presidente Prudente, coordenado pela docente Maria Estelita Rojas Converso, oferece diversas atividades. Ele conta com o apoio da Pró-reitoria de Extensão Universitária (Proex) e da Fundação para o Desenvolvimento da UNESP (Fundunesp), sendo um dos 13 núcleos na Universidade nessa área. Algumas das opções são: coral, língua estrangeira – inglês e espanhol –, atividades físicas para mulheres com osteoporose, natação, computação, oficina de origami e dança do ventre. (Gabriel Gonzales, bolsista UNESP/Universia/FCT/Presidente Prudente)

EDUCAÇÃO INFANTIL
O professor da Faculdade de Ciências da UNESP, campus de Bauru, Edward Goulart Júnior pesquisou o estresse em professores de 1a a 4a séries do ensino fundamental da rede pública estadual no município. O objetivo consistiu em identificar as fases do estresse e o quadro sintomatológico, assim como os principais fatores do problema. Participaram do estudo 175 professoras de 12 escolas – das quais 56,6% vivenciam o estresse. “Fatores como inadequação do salário, número excessivo de estudantes, carga de trabalho, falta de equipamentos e ambiente físico da escola foram identificados como estressantes, mas o comportamento dos alunos foi o principal fator”, afirma o pesquisador. (Sária Cristina Nogueira, bolsista UNESP/Universia/FC/Bauru)

TUBARÕES E RAIAS
O estudante de graduação Adolfo Vinícius Tavares e o docente Francisco Buchmann, do Campus do Litoral Paulista da UNESP, unidade São Vicente, pesquisam a ocorrência de dentes fósseis de tubarões e raias nas praias da Baía de Santos, em São Paulo. A iniciativa auxiliará na identificação das paleoespécies de elasmobrânquios (tubarões e raias) da região, permitindo uma comparação com as espécies atuais. O grupo também promove a datação do material, a fim de complementar os dados coletados e obter mais informações sobre as paleopopulações de elasmobrânquios do Sudeste brasileiro. (Felipe Augusto Zanusso Souza, bolsista UNESP/Universia/CLP/São Vicente)

ECONOMIA AGROINDUSTRIAL
O professor Ferenc Istvam Bánkuti e alunos do curso de Zoootecnia do campus de Dracena da UNESP criaram, em 2006, um grupo de discussão sobre economia agroindustrial, que hoje reúne 15 participantes. O objetivo do grupo é aprofundar os conhecimentos em economia básica, por meio do debate on-line de textos relacionados ao tema. Trata-se de uma discussão orientada de material publicado em revistas, jornais, sites especializados, entre outros, disponibilizado via Internet toda segunda-feira. Após a distribuição, os alunos têm sete dias corridos para postar os comentários e dúvidas. A dúvida de um estudante deve ser respondida, num primeiro momento, por outro aluno. Terminado o prazo para os comentários, o professor faz uma análise geral do texto e esclarece as dúvidas. (Ives Rodolfo Fernandes/bolsista UNESP/Universia/Dracena)

DOENÇAS DO TRABALHO
A posição incorreta do corpo no serviço, aliada muitas vezes à desinformação, é a principal causa de ocorrência, entre os cirurgiões-dentistas, da doença Dort (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho). Ensaios promovidos num laboratório da Faculdade de Odontologia (FO) da UNESP, campus de Araçatuba, permitem que pesquisadores analisem o dia-a-dia dos profissionais da área, para orientar e prevenir esse tipo de doença, além de ajudar no desenvolvimento de equipamentos mais adequados. O local é equipado com consultório, onde, além de móveis como armários e pias, todos os aparelhos, como cadeira, raios X e periféricos, podem ser movidos, permitindo que o aluno descubra e analise as melhores posições para o profissional. “A meta é verificar como é possível menos esforço e mais produção”, afirma Artênio José Isper Gabin, professor da FO. (Fabiano Lopes Souza, bolsista UNESP/Universia/FO/Araçatuba)

SAÚDE MENTAL
O Núcleo de Saúde Mental de Ilha Solteira, em parceria com a Faculdade de Engenharia, do campus local da UNESP, reativou o seu projeto de horta como tratamento terapêutico. As atividades tiveram início no segundo semestre de 2006, num trabalho conjunto dos usuários do Núcleo e estagiários da UNESP, com a supervisão do docente Mário Sussumo Haga. “Estamos realizando um trabalho de manutenção e inovação em nossas parcerias, como a mantida entre o Núcleo e a UNESP. A participação dos estagiários é muito importante devido ao vínculo que se estabelece. Isso faz com que o usuário do Núcleo se sinta incluído”, ressalta Rita Chauguri, psicóloga do Núcleo, que atende cerca de 600 pessoas. (Renato Sartório Ramos, bolsista UNESP/Universia/FE/Ilha Solteira)

CAMPUS SINALIZADO
No segundo semestre de 2006, a UNESP de Bauru implantou o novo projeto de sinalização do campus. Ele foi desenvolvido pela Empresa Júnior de Design (DesignJr.) e está sob a responsabilidade dos vice-diretores das Faculdades de Engenharia (FE), Ciências (FC) e Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac). O projeto inclui a distribuição de 15 mapas pelo campus para facilitar a localização e locomoção das pessoas. Eles estão divididos em setores, diferenciados por cores, e os prédios de cada setor identificados por números. “Quando as pessoas chegam aqui na UNESP de Bauru, nem sempre sabem onde estão localizados os prédios que procuram e às vezes recebem informações erradas sobre como chegar até eles”, afirma Jair Wagner de Souza Manfrinatto, vice-diretor da FE (Aline Patrícia Machado, bolsista UNESP/Universia/FE/Bauru)

 

 
  ACI