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BIBLIOTECAS
Distâncias menores
Mais bases de dados em 2003
Entre os critérios
de avaliação de uma universidade estão
os serviços oferecidos pelas suas bibliotecas. Nesse
tópico, a UNESP está muito bem servida. Em 2002,
a Coordenadoria de Gestão de Bibliotecas (CGB) da UNESP
investiu R$ 11 milhões em diversas melhorias, como
a aquisição de livros e periódicos, além
de bases de dados eletrônicas. Concedeu ainda 600 senhas
para acesso remoto, o que permite ao usuário acessar
bases de dados 24 horas por dia, sete dias por semana, seja
na própria casa, no laboratório de pesquisa
ou em outro País. Houve ainda o investimento
de R$ 1 milhão na compra de livros para os cursos de
graduação, sendo R$ 180 mil especificamente
para os novos cursos. Em fevereiro de 2003, R$ 225 mil serão
investidos nos cursos que iniciam as suas atividades neste
ano, afirma a coordenadora da CCB, Mariângela
Spotti Lopes Fujita.
A partir de 2003, está disponível a base de
dados Ovid, que inclui 130 títulos de periódicos,
além dos 120 já oferecidos pela Coordenadoria
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
(Capes), formando a maior base de dados da América
Latina em Ciências da Saúde. Por meio do Ovid,
está incluído o acesso ao Evidence Based Medicine
Reviews, método de ensino baseado em evidências,
que parte de situações empíricas para
estudos científicos. Também serão
oferecidas novas bases de dados: a Metadex, na área
de metalurgia e engenharia metalúrgica, a Computer
Data Base, de especial interesse para as áreas de computação
e para os profissionais dos Serviços Técnicos
de Informática da Universidade, e a Inspec, na área
de engenharia e física, diz a coordenadora. Também
oferecemos acesso ao Journal of Citation Report - JCR, em
duas séries (Ciência e Ciência Social),
uma importante ferramenta para avaliação de
periódicos, fornecendo o ranking por área de
conhecimento. Ele auxilia os pesquisadores na definição
do periódico mais adequado para a publicação
de seus artigos de modo a ter o maior impacto na área
à qual se destina.
A CGB, que completou 25 anos de existência em 2002
e promoveu uma exposição de fotos das bibliotecas
e dos seus funcionários na Reitoria, em dezembro último
, mantém ainda dois grupos de estudos permanentes,
com reuniões periódicas: um sobre normalização
bibliográfica e documentária, e outro voltado
para distribuição de verbas entre as diversas
bibliotecas das unidades. Há ainda um Grupo de
Novas Tecnologias, que busca projetos avançados, como
o de Teses Digitais, que conta com verba da Financiadora de
Estudos e projetos (Finep) para compra de equipamentos e é
considerado um projeto piloto pelo Ministério da Ciência
e Tecnologia, diz a coordenadora. Somos hoje referência
nacional, pois das 91 instituições de ensino
superior que compõem o sistema Capes, 60% das consultas
são da comunidade usuária do Cruesp. Assim,
a pesquisa e a produção da UNESP são
constantemente objeto de pesquisa, conclui Mariângela.
Mais informações: www.cgb.unesp.br
Bibliotecas
têm Portal
Docente
de Bauru cria logomarca
Também foi lançado,
em outubro último, durante a realização
do XII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias,
em Recife, o Portal Cruesp Bibliotecas, que reúne
informações sobre os Sistemas de Bibliotecas
de USP, UNESP e Unicamp. Por meio do sistema unificado de
busca Unibibliweb (www.cruesp.sp.gov.br/bibliotecas),
é possível acessar um universo de 82 bibliotecas,
num acervo de 2.690.231 livros, 85.973 periódicos e
227.390 teses, que conta com 140.228 usuários inscritos.
Ele possibilita empréstimo entre bibliotecas e uma
ampla utilização das bases de dados das três
universidades públicas estaduais paulistas, formando
o maior sistema de Bibliotecas da América Latina, cujo
símbolo foi criado por Milton Nakata, professor da
Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação
da UNESP, campus de Bauru. A figura elíptica
dentro do retângulo evoca uma aliança, representando
o Conselho formado pelas Universidades. No encontro das setas,
que formam um mapa estilizado do Estado, há um momento
de iluminação, obtido pelo contraste entre a
cor quente amarela e a sua complementar fria, o azul,
afirma o docente. A luz pode significar o conhecimento,
entendido como o melhor produto que a universidade oferece
à sociedade.
AGENDA
ARARAQUARA
Formaturas. Dia 1º/02. Curso de Ciências Sociais.
Às 9h30. No Anfiteatro da Faculdade de Odontologia
(FO). Dia 14/02.Curso de Letras. Às 19h. No Anfiteatro
A da Faculdade de Ciências e Letras. Informações:
(0xx16) 3301-6234.
7/02. Último dia para a inscrição no
curso Informática Básica para a Terceira Idade,
a ser realizado de 10/02 a 21/02. No Laboratório Didático
de Informática do Instituto de Química (IQ).
Informações: (0xx16) 201-6600.
BOTUCATU
3 a 7/02. Período para o processo de seleção
para o curso de especialização Cuidados Nutricionais
do Paciente e do Desportista, a ser realizado a partir de
fevereiro. Duração: 405 horas durante 18 meses.
50 vagas. Na Faculdade de Medicina (FM). Informações:
(0xx14) 6802-6128, www.fmb.unesp.br
ou ceminutri@fmb.unesp.br
RIO
CLARO
Cursos Teórico-Práticos no Laboratório
de Evolução Molecular. 3 a 7/02. Técnicas
atuais em Biologia Molecular e Aplicações em
Diagnóstico. 10 a 14/02. Sistemática e Filogenia
Molecular. Seqüenciamento de DNA e Análise dos
Resultados. No Centro de Estudos de Insetos Sociais (Ceis).
Informações: (0xx19) 3526-4178 ou ceis@rc.unesp.br
15/02. Último dia para inscrição no curso
temático Educação Ambiental: trilhas,
vivências & experiências, a ser realizado
de 19 a 21/02. Responsável: Solange de Lima Guimarães
(IGCE). No Centro de Estudos Ambientais (Cea). Informações:
(0xx19) 3534-0122.
SÃO
PAULO
Curso Programação Visual, Diagramação
e Pré-Impressão com o Adobe PageMaker, com o
diagramador e ilustrador Fábio Sgroi. De 3 a 13/02;
das 18h às 22h; e de 17 a
27/02, das 13h às 17h. Na Praça da Sé,
108. Informações: (0xx11) 3242-9555 ou universidadedolivro@editora.unesp.br
5 a 7/02. Encontro de Docentes do Instituto de Artes (IA).
Seminário Ensino Contemporâneo de Artes: reflexão
sobre o bacharelado e a licenciatura. No IA. Informações:
(011) 274-4733 e 6163-1433.
Petróleo & gás
Um
efetivo crescimento no grau de relacionamento entre a universidade
e as empresas do setor público ou privado passa pela
necessidade de aproximação do profissional às
demandas do ambiente de trabalho. Nesse sentido, desde 1999,
o campus de Rio Claro, graças a um convênio entre
a UNESP e a Agência Nacional de Petróleo/ Ministério
da Ciência e Tecnologia (ANP/MCT), é responsável
pelo Programa de Formação de Recursos Humanos
em Geologia e Ciências Ambientais Aplicadas ao Setor
de Petróleo & Gás. Ele capta, a cada
16 meses, recursos de R$ 576 mil para pagamento dos 23 bolsistas
e melhoria da infra-estrutura dos laboratórios de pesquisa,
afirma o geólogo Dimas Dias Brito, docente do Instituto
de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) da UNESP
e coordenador do Programa. O grande objetivo é
capacitar profissionais para atuação junto à
indústria, pesquisa e ensino voltados para o setor
de petróleo e gás.
A iniciativa do IGCE, do Instituto de Biociências da
UNESP, também de Rio Claro, e de outras instituições,
como o Centro de Pesquisas da Petrobrás, enfatiza os
tópicos Geologia do Petróleo: exploração
e desenvolvimento e Ciências Ambientais
aplicadas ao setor de petróleo e gás,
conclui Brito. Os temas abordados em Geologia do Petróleo,
em fevereiro, são: Geofísica aplicada à
exploração de petróleo (3 a 7/02); Tópicos
especiais em geologia do petróleo (10 a 13/02); Bioestratigrafia
e paleoecologia na geologia do petróleo (17 a 21/02);
Recuperação de áreas contaminadas (18
a 21/02); Geofísica aplicada ao estudo de impactos
ambientais (24 a 26/02); e Avaliação, auditoria
e monitoramento de impactos ambientais (26 a 28/02). Informações:
dimasdb@rc.unesp.br
ou no local em que será realizado no evento, o Centro
de Análise e Planejamento Ambiental (Ceapla; telefone:
0xx19-524-9622), unidade auxiliar do IGCE.
Atmosfera tropical
Em 3 de fevereiro
de 2003, o Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet),
unidade complementar da UNESP localizada em Bauru, irá
realizar um workshop de Planejamento do Projeto Troccinox,
a ser implementado em fevereiro de 2004, que, coordenado pela
Agência Espacial Alemã (DRL), tem como objetivo
a investigação da atmosfera tropical profunda,
com medidas da química da atmosfera e de descargas
elétricas, entre outros parâmetros. O Projeto
inclui o vôo de balões, de curta e longa durações,
radiossondagens e pesquisas com dois aviões instrumentados,
um Falcon (alemão) e um M55 (russo). Este último
é específico para atividades a 20 km de altura,
comenta o diretor do IPMet, Maurício DAgostinho
Antonio. Dia 3, apresentaremos os projetos Troccinox
e Hibiscus, com seus diversos parceiros, tentaremos atrair
novos participantes e discutiremos as ações
para 2004.
O workshop se insere nas atividades que serão desenvolvidas,
em janeiro e fevereiro, no IPMet, dentro do Projeto Hibiscus.
Coordenado pela Agência Espacial Francesa (CNES), ele
inclui três ou quatro vôos de balões estratosféricos
de curta duração (de 4 a 6 horas) e igual número
de longa duração de navegação
ao redor do globo (durante um ou dois meses). Os dois
projetos integram o esforço desenvolvido pelo Instituto
junto à comunidade européia para o estudo da
atmosfera tropical, com medidas de ozônio e umidade
realizadas com o uso de balões estratosféricos,
afirma Antonio. Informações: (0xx14) 221-6030.

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